A Danfoss apresentou novos componentes desenvolvidos para que atividades de indústrias de diversas áreas possam fazer um melhor uso da energia consumida
A Danfoss lançou na Feimafe 2009 o Conversor de Frequência VLT® FC51 Micro Drive, que teve sua faixa de potência estendida para controle de motores de até 30 CV – 380 V, e o Soft Starter MCD 500, que traz embarcada a mais avançada tecnologia em partida e parada suave de motores elétricos, com capacidade para acionar motores de até 1600 ampères. Ambos são indicados para indústrias de alimentos e bebidas, água e saneamento, ar condicionado e refrigeração, açúcar e álcool, entre outras, e permitem uma maior eficiência energética nas estruturas em que são instalados por características distintas.
Para contribuir para uma maior eficiência energética, um Soft Starter, em linhas gerais, é um dispositivo que faz com que máquinas e motores de uma determinada estrutura comecem a funcionar em velocidade que cresce gradativamente. Isso permite melhor uso da energia consumida porque evita uma maior perda por dissipação que acontece quando o acionamento é feito diretamente. Já o conversor de frequência controla a velocidade de funcionamento de equipamentos durante a produção, fazendo com que operem de acordo com a demanda necessária, sem que haja um desperdício de energia por um uso com velocidade maior do que é preciso.
O diretor de vendas da Divisão de Controle de Acionamentos da Danfoss do Brasil, Ronaldo Bartolomei, explica a participação da empresa na Feimafe. “Acreditamos que as iniciativas de sustentabilidade das empresas e indústrias que têm relação direta com o resultado de seus negócios serão mantidas em 2009. Reduzir custos de consumo de energia e água, bem como de outros recursos naturais, enquadram-se neste caso, além de ser ambientalmente correto, e é isso que buscamos oferecer com os nossos produtos. Por isso, acreditamos que nossa participação na feira foi um sucesso tanto de público visitante quanto de novas possibilidades de negócio. Recebemos mais de 3.000 visitantes durante os seis dias de feira e estimamos um potencial de negócio na ordem de R$ 2 milhões anuais para a nossa divisão. Nossos produtos são peça fundamental na maioria das máquinas expostas na Feimafe e os avanços tecnológicos são cada vez mais uma exigência do mercado consumidor que demanda máquinas com alto grau de eficiência, precisão e flexibilidade”, afirma ele.